A formação em osteopatia requer profundos conhecimentos de anatomia, fisiologia, neurologia, biomecânica, medicina interna, diagnóstico por imagem, cinesiologia, diagnóstico diferencial e conhecimentos próprios da sua abordagem terapêutica manual tanto diagnóstica quanto curativa.

Desta forma, o tempo mínimo de formação em osteopatia é de cinco a seis anos com uma carga horária superior a 6.000 horas, sendo 4.500 horas de disciplinas comuns à medicina e fisioterapia e 1.500 horas de disciplinas específicas da osteopatia.

No Brasil é reconhecida pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), através da resolução 220 de 2001 como especialidade profissional da fisioterapia.

Histórico da EOM
Em meados da década de 80, sentaram-se para conversar três osteopatas com o intuito de criar uma escola de osteopatia que unisse o melhor de suas formações, que eram pelas escolas Britânica, Francesa e Belga. Juntamente com a colaboração de outros osteopatas proeminentes na Europa e também de um quiroprático criaram o programa da Escuela de Osteopatía de Madrid (EOM), que finalmente foi fundada em 1989 na cidade de Alcala de Henares.

De la para cá a Escola cresceu muito, tendo atualmente a formação completa em osteopatia em 14 cidades na Espanha, 2 cidades na Itália, 2 cidades em Portugal, 2 cidades na Argentina e, a partir de 2006, 5 cidades no Brasil. Desta forma, a EOM é a maior escola de osteopatia da atualidade.

Sua grande expansão se deve ao compromisso de:
- oferecer professores e conteúdo programático de alta qualidade
- formar osteopatas com nível para atuar em qualquer país do mundo
- investir em pesquisa científica
- estar vinculada a Universidades de vários países
No Brasil a Escola, associada ao NEO (Núcleo de Estudos em Osteopatia), também cresce e queremos que continue sendo sua melhor opção no aprendizado da Osteopatia.

A proposta
A Escola de Osteopatia de Madri tem como proposta dar a mais completa formação em Osteopatia estrutural, visceral e cranial, no mais alto nível da osteopatia mundial. Para isso, reuniu-se o que há de melhor das escolas francesas, belgas, britânicas e da quiropraxia americana e elaborou-se uma metodologia própria, fiel aos conceitos do Dr. Still, criador da osteopatia, mas aberta a novas abordagens e pesquisas.

As parcerias
A EOM está amparada pelas diversas universidades Espanholas e da América do Sul, pela Federação Européia de Osteopatia e, no Brasil, pela Universidade Castelo Branco, do Rio de Janeiro.

A filosofia
É a única escola européia que tem seus estudos voltados exclusivamente para fisioterapeutas, pois acredita-se que este é o profissional mais preparado para lidar com a biomecânica, fator maior na prática osteopática. Desta forma, aprofunda muito mais o conteúdo da formação, chegando a um nível altíssimo de ensino.

Produção Científica
A EOM mantém um Instituto de Investigação Científica próprio, com sede em madri e filias em Barcelona, Milão, Rio de Janeiro e Campinas, com o qual tem o propósito de pesquisar os mecanismos e os efeitos da osteopatia. Com o resultados, é produzida a Revista Científica de Terapia Manual y Osteopatia, de tiragem trimestral e indexada às revistas científicas de saúde, onde é possível encontrar desde resumos de teses defendidas para obtenção do D.O. Europeu, até as últimas pesquisas na área de osteopatia.

A Escola de Osteopatia de Madri tem como proposta dar a mais completa formação em Osteopatia estrutural, visceral e cranial, no mais alto nível da osteopatia mundial. Para isso, reuniu-se o que há de melhor das escolas francesas, belgas, britânicas e da quiropraxia americana e elaborou-se uma metodologia própria, fiel aos conceitos do Dr. Still, criador da osteopatia, mas aberta a novas abordagens e pesquisas.